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News Stories

Consumo de petróleo dos EAU cresceu 7,7% em 2007, diz a BP

posted on 17/07/2008

Os EAU apresentaram uma das mais elevadas taxas de crescimento no consumo de petróleo do Médio Oriente em 2007, segundo um novo relatório. O aumento de 7,7 por cento, para 450.000 barris por dia (bpd) – significativamente acima da média de 10 anos – reflecte o forte e continuado crescimento económico do país, diz a Análise Estatística da Energia no Mundo de 2008 da BP. Este salto no consumo espelha uma tendência mundial de aumento na procura dos mercados emergentes.
Os EAU foram o segundo maior produtor de petróleo do CCG em 2007, tendo a média da produção alcançado os 2,9 milhões de bpd – equivalente a 3,5 por cento da produção mundial total. As reservas petrolíferas demonstradas de 97,8 mil milhões de barris constituem 7,9 por cento do total mundial e, aos actuais níveis de produção, durarão 92 anos.
A nível regional, a produção petrolífera do Médio Oriente caiu em 1,8 por cento para 25,2 milhões de bpd devido a cortes da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em finais de 2006, princípios de 2007. "A análise deste ano mostra que os mercados energéticos mundiais continuam a proporcionar abastecimentos energéticos fiáveis, apesar dos elevados e voláteis preços da energia,†comentou Mark Finley, Director-Geral, Mercados Energéticos Globais da BP e Economia dos EUA. "A contínua debilidade nos abastecimentos petrolíferos e a crescente procura dos mercados emergentes acentuam os desafios enfrentados pelo sector para manter abastecimentos energéticos seguros."

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EAU satisfeitos com perspectiva de parceria estratégica com o Cazaquistão: Khalifa

posted on 17/07/2008

Astana – Numa declaração proferida pouco depois da sua chegada à República do Cazaquistão, no início de uma visita oficial de três dias, Sua Alteza Presidente Xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan expressou a sua esperança de que a sua presente visita e posteriores conversações com o Presidente Nursultan Nazarbayev confiram ainda mais ímpeto às relações já sólidas entre os EAU e o Cazaquistão. As relações entre os dois países têm-se vindo a desenvolver firmemente nos últimos anos, o que resultou no estabelecimento de diversos projectos de investimento conjuntos.
"Os EAU e o Cazaquistão partilham pontos de vista comuns sobre várias questões regionais e internacionais. Estas afinidades podem constituir uma base forte para as relações ainda mais robustas que procuramos alcançar", disse o Presidente Xeique Khalifa.
Ele observou que a estreita cooperação a nível oficial preparou o terreno para iniciativas do sector privado, tal como evidenciado pelo surgir de diversos projectos conjuntos nos sectores do turismo, imobiliário e produtivo.
Citando o estímulo dado ao investimento estrangeiro pelo governo do Cazaquistão, o Xeique Khalifa disse que o sector privado dos EAU tem sido encorajado por esta política estatal e que os homens de negócios dos EAU estão a considerar o investimento no campo das infra-estruturas, incluindo os recursos petrolíferos e minerais. “Os EAU estão também interessados em investir em projectos agrícolas, no âmbito dos seus esforços de diversificação das suas fontes de abastecimentos alimentares", disse o Xeique Khalifa.
O Presidente dos EAU concluiu a sua declaração sublinhando os laços culturais partilhados com o Cazaquistão, e em particular o património islâmico comum. Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM

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EAU preparam-se para a Expo 2010 em Xangai

posted on 11/07/2008

Os EAU preparam-se para apresentar o seu modelo de desenvolvimento ao mundo através da sua participação na Expo Mundial de 2010 em Xangai. Teve lugar esta semana uma reunião, para rever o desenho proposto para o pavilhão dos EAU e para a sua estrutura interior e exterior, que foi presidida por Sua Excelência Saqr Ghobash, Ministro do Trabalho e Presidente do Conselho Nacional dos Média (NMC).
A reunião, que contou também com a presença do Director-Geral do NMC, Ibrahim Al Abed, e outras partes interessadas e representantes do empreiteiro seleccionado Foster and Partners, teve como objectivo discutir questões que incluíram o website do pavilhão, o patrocínio de empresas nacionais para o pavilhão e a campanha de promoção e nos meios de comunicação. O evento terá lugar de Maio a Outubro de 2010 e o seu tópico será “Cidade Melhor, Vida Melhorâ€.
Os EAU são o primeiro país árabe e o segundo da Ãsia a registar a sua participação neste grande evento que atrairá mais de 200 países e grandes organizações mundiais e mais de 70 milhões de visitantes.
O pavilhão dos EAU, que cobrirá uma área de 6.000 metros quadrados, é um dos maiores da exposição e será utilizado para comunicar como o país se tornou uma das economias em mais rápido crescimento do mundo, destacando ao mesmo tempo o passado do país, incluindo como as pessoas conseguiram desenvolver as suas próprias soluções para lidar com desafios difíceis, tais como o abastecimento de água e o arrefecimento das suas casas para as proteger contra o calor do duro clima desértico. O pavilhão realçará também os esforços do governo para proteger este património e para o harmonizar com o design das modernas cidades do futuro.
O Conselho Nacional dos Média (NMC) foi encarregado de organizar a participação dos EAU na Expo e cumprirá as suas atribuições em colaboração com diversos ministérios e instituições nacionais, incluindo a Empresa da Energia para o Futuro de Abu Dhabi (MASDAR) e a Agência Ambiental de Abu Dhabi.
Os funcionários governamentais chineses dizem que a Expo de Xangai será a maior do mundo até à data, ocupando uma área de 528 hectares e custando um total de 60 mil milhões de yuans. – Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM.

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Abu Dhabi convida à apresentação de nomeações e propostas mundiais para o Prémio Zayed da Energia

posted on 11/07/2008

O Dr. Rajendra Kumar Pachauri, Prémio Nobel 2007, e o CEO da Masdar, Dr. Sultão Al Jaber, anunciaram o convite oficial para a apresentação de nomeações e propostas para o Prémio Zayed da Energia para o Futuro (ZFEP), um programa de prémios internacionais para reconhecer indivíduos, empresas, organizações e ONG que estão a liderar a busca global de soluções energéticas para o futuro.
O prémio é uma iniciativa da Masdar, que é um destacado programa de Abu Dhabi para desenvolver soluções sustentáveis que satisfaçam as futuras necessidades energéticas mundiais.
O vencedor e os finalistas do Prémio Zayed da Energia para o Futuro (ZFEP) inaugural serão anunciados na Cimeira Mundial sobre o Futuro da Energia no dia 19 de Janeiro de 2009. O vencedor receberá USD 1,5 milhões e dois finalistas receberão USD 350.000 cada para levarem as suas ideias por diante.
O júri responsável pela selecção dos vencedores integra alguns dos maiores peritos mundiais na energia do futuro e nas alterações climáticas.
"Ao instituir o Prémio Zayed da Energia para o Futuro (ZFEP), Abu Dhabi honra e dá continuidade à defesa do desenvolvimento sustentável e ao legado ambiental do Xeique Zayed. Esta é uma visão de um novo futuro energético em que o mundo tem acesso a energia sustentável, acessível e económica. Isto pode ser alcançado incentivando os melhores cérebros a explorar as possibilidades da ciência e da tecnologia e a desenvolver soluções evolutivas,†acrescentou o Sultão Al Jaber, CEO da Masdar e Director-Geral do ZFEP.
Um website bilingue, em árabe e inglês, http://www.zayedfutureenergyprize.com, será o ponto central de informação e actualização sobre o Prémio Zayed da Energia para o Futuro (ZFEP) e será um portal para a apresentação de nomeações e propostas.
Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM

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Inflação dos EAU deverá estabilizar, não há planos para revalorizar o dirham

posted on 03/07/2008

A inflação dos Emiratos Ãrabes Unidos, que indexam a sua moeda ao dólar, está a estabilizar e os prováveis aumentos nas taxas de juros dos EUA deverão fortalecer o debilitado dólar, declarou o governador do banco central dos EAU à Reuters na reunião anual dos bancos centrais em Basileia. O Sultão Nasser Al Suweidi disse que os produtores de petróleo do Golfo têm uma posição “muito firme†em relação à indexação ao dólar e não têm qualquer plano de revalorização. A inflação nos EAU atingiu os 11,1 por cento em 2007, a mais elevada dos últimos 20 anos.
Os aumentos de preços estão a acelerar por toda a principal região exportadora de petróleo do mundo, onde as economias estão em rápido crescimento devido a uma septuplicação dos preços do petróleo desde 2002.
Apesar de a inflação estar a aumentar a nível global devido ao aumento dos preços dos alimentos e da energia, Al-Suweidi disse que a inflação está agora a estabilizar no seu país. E isso é muito bom," disse ele.
A indexação ao dólar significa que a região do Golfo tem pouquíssimas formas de controlar a inflação pois os bancos centrais seguem a política monetária dos Estados Unidos, onde a Reserva Federal baixou as taxas de juro desde que a bolha do crédito global rebentou o ano passado. Os cortes no Golfo, paralelamente aos da Reserva Federal, empurraram as taxas de juro reais para o território negativo em toda a região, estimulando a procura do crédito.
Al Suweidi disse que era provável que o dólar subisse a curto prazo e que não havia qualquer alteração na política cambial da região. – Reuters

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A segurança e a estabilidade nos EAU resultam da vida digna que o país garante a todos – Xeique Khalifa

posted on 03/07/2008

O presidente dos EAU, Sua Alteza Xeique Khalifa bin Zayed Al Nahyan, declarou que a segurança e a estabilidade nos EAU resultam do grande empenhamento do país em proporcionar a todos os que aí residem a oportunidade de viver e trabalhar com honra e dignidade.
Numa entrevista aprofundada ao jornal libanês Al-Nahar, o Xeique Khalifa disse que os alertas emitidos por certas missões diplomáticas estrangeiras no país, avisando os seus cidadãos residentes nos EAU, são meramente práticas convencionais que essas missões adoptam para dar resposta a boatos ou informação, independentemente da sua validade.
O presidente saudou o acordo alcançado por todas as facções libanesas em Doha, mas expressou preocupação sobre a demora na implementação dos restantes artigos do acordo. “Qualquer solução para a crise política no Líbano deve basear-se no princípio da igualdade e da coexistência e nenhuma das partes deve tentar colher dividendos políticos à custa das outrasâ€
Sobre o investimento dos EAU no estrangeiro, o Xeique Khalifa disse que os relatos são exagerados “indicando que o investimento funciona numa base económica e não política. Os EAU afirmaram claramente aos seus parceiros no estrangeiro que estes investimentos a longo prazo constituem obrigações dos EAU para com as gerações futuras".
O Xeique Khalifa realçou que os EAU vêem os seus acordos de cooperação militar à mesma luz que outros acordos de cooperação e notou que o acordo de cooperação nuclear com a França se enquadra numa série de acordos assinados com outros países com tecnologia nuclear.
O Xeique Khalifa disse também que os EAU têm grande interesse em ver o Iraque a retomar o seu papel e a reforçar os seus contactos com o mundo árabe. – Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM

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EAU entre os principais apoiantes dos refugiados em todo o mundo: Hamdan bin Zayed

posted on 26/06/2008

O Vice-Primeiro-Ministro dos EAU, Sua Alteza Xeique Hamdan bin Zayed al Nahyan, declarou que a escalada da questão dos refugiados em todo o mundo constitui um grande desafio para a comunidade internacional.
O Xeique Hamdan, que é também o Presidente da Autoridade do Crescente Vermelho (ACV) dos EAU, fez esta declaração no Dia Mundial dos Refugiados. E prosseguiu dizendo que os EAU continuam a desempenhar um importante papel nos esforços para minimizar as causas da situação dos refugiados e aliviar o sofrimento dos refugiados, acrescentando que os EAU estão também entre os maiores apoiantes dos refugiados de todo o mundo.
O Xeique Hamdan salientou que os EAU tinham, desde uma fase precoce, compreendido os perigos colocados pela situação dos refugiados e que foi por isso que o país começou a trabalhar em duas vertentes: a primeira, para atacar as raízes do problema, promovendo uma cultura de tolerância e coexistência pacífica e tentando ao mesmo tempo compreender as origens dos conflitos que resultam na ocorrência dos refugiados, enquanto que a segunda vertente se concentra no tratamento da questão dos refugiados pelos EAU como uma questão séria e dolorosa que alguns milhões de pessoas de todo o mundo se vêem forçadas a suportar. “É por isso que os EAU continuam a oferecer apoio humanitário e executam programas de desenvolvimento para ajudar a aliviar o sofrimento dessas pessoas vulneráveis e inocentes,†acrescentou ele.
O Xeique Hamdan manifestou uma grave preocupação com a situação dos refugiados em todo o mundo. “O que estes refugiados estão a enfrentar em virtude da sua situação excepcional exige um esforço concertado por parte da comunidade internacional e uma maior parceria entre as organizações humanitárias para lidar com o problemaâ€. O Xeique Hamdan citou a situação dos refugiados iraquianos e palestinianos, a quem os EAU continuam a auxiliar através de diversos programas e iniciativas. – Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM

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EAU em 5º lugar na confiança dos consumidores

posted on 26/06/2008

Os EAU ficaram em entre as cinco principais nações mundiais em termos de confiança do consumidor – logo a seguir à Noruega, Ãndia, Indonésia e Dinamarca. Cinquenta e seis por cento dos consumidores globais on-line pensam que o seu país está actualmente em recessão e a confiança dos consumidores de todo o mundo caiu para o seu ponto mais baixo em vários anos, segundo o Ãndice Nielsen de Confiança dos Consumidores a Nível Mundial, que mede a confiança, as preocupações principais e os hábitos de consumo on-line dos cidadãos de 51 países. Mas estas perspectivas económicas sombrias não se repetiram nos EAU, onde o Ãndice está em 111, uma descida de apenas dois pontos.
Na sondagem, 61 por cento dos respondentes dos EAU identificaram a inflação como a sua preocupação número um na eventualidade de um declínio económico. De uma maneira mais geral, o bem-estar dos pais, o aquecimento global e o risco da descida dos preços no sector imobiliário são questões que preocupam os residentes dos EAU.
The Gulf Today

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Pavilhão dos EAU na EXPO 2008 em Saragoça

posted on 12/06/2008

O Pavilhão dos EAU na EXPO 2008 em Saragoça surpreendeu e encantou os visitantes ao abandonar o modelo habitual de exibição estilo museu em favor de uma experiência revolucionária e criativa. O pavilhão emiratense, que tem uma atmosfera altamente contemporânea, divide-se em três secções principais, sendo a maior um evocativo “espaço sem limites†constituído por espelhos que vão das paredes ao tecto e iluminação no pavimento. Os horizontes aparentemente infinitos recordam aos visitantes que os EAU são um país no qual “os sonhos se podem tornar realidade†e onde não há barreiras ao que pode ser alcançado.
Enquanto mergulham neste ambiente sedutor cheio de luz e som, os visitantes assistem a uma história com todos os elementos de um conto de fadas. Mas o aparecimento de três emiratenses bem reais transforma a fábula em realidade: Mohammed Khamis bin Obaid Buharoon, agora com setenta e muitos anos, conta como ajudava o seu pai a transportar preciosas cargas de água de barco do emirato do norte Ra's al-Khaimah para a ilha de Abu Dhabi. À medida que a exploração de pérolas se foi extinguindo, Mohammed dirigiu os seus talentos para a construção de barcos. Salim, o filho de Mohammed, um dos bem-sucedidos jovens empresários dos EAU, conta como a descoberta do petróleo transformou a vida nos Emiratos, permitindo-lhe receber uma excelente educação e viver a vida dos seus sonhos. Entretanto, Khaled, sobrinho de Salim, que frequenta a escola em Abu Dhabi, dirige-se a pessoas do seu grupo etário, apelando a que “vejam com os próprios olhos†como “é realmente†um dia na vida do seu país.
Esta empolgante apresentação inclui um novo e espectacular filme sobre os EAU produzido no início de 2008: “24/7†é um documentário de ritmo acelerado que dispensa comentários mas quase corta a respiração do espectador – transportando-o desde as montanhas ao mundo submarino e desde a sala do conselho de administração à praia, passando por quase todas as atracções que tornaram os EAU afamados.
Depois de tudo isto terminar e os visitantes saírem do "teatro" magnetizados, estes são convidados a descobrir por si mesmos a seriedade com a qual os EAU tratam o tema da EXPO: “A Ãgua e a Sustentabilidadeâ€. Além de uma exposição especial da empresa Masdar, sedeada em Abu Dhabi, que está a construir uma cidade com carbono zero, uma série de computadores permitem aos visitantes escolher e visionar diversos mini-documentários recentemente produzidos sobre o papel central que a água tem desempenhado no desenvolvimento dos EAU.
O verdadeiro factor chave no inspirador pavilhão dos EAU na EXPO 2008 é a forma como apresenta a informação de uma forma interessante e divertida e que é uma brisa de ar fresco em relação aos pavilhões de estilo museu que tendem a abundar nas Expos. “O objectivoâ€, comentou o Ministro do Trabalho dos EAU, Saqr Ghobash, em visita à exposição, é “comunicar muito claramente alguns factos importantes e não sobrecarregar os visitantes com demasiada informação. Os filmes e os outros média que aqui mostramos contam uma história incrível, de que estamos todos muito orgulhosos.â€
A EXPO 2008 em Saragoça está aberta ao público de 14 de Junho a 14 de Setembro e espera receber mais de 8 milhões de visitantes.

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Secretário do Tesouro dos EUA Henry Paulson tenta atrair investidores do Golfo

posted on 09/06/2008

O Secretário do Tesouro dos EUA Henry Paulson defendeu a economia americana e o papel do dólar dos EUA como moeda de reserva mundial, afirmando que, apesar dos desafios enfrentados, a moeda e a economia dos EUA permanecem fortes.
Discursando sobre o “Investimento Aberto†ao Conselho de Negócios EUA-EAU em Abu Dhabi, Paulson afirmou que os acentuados aumentos nas receitas petrolíferas levaram a uma rápida acumulação de capital no Golfo.
Os países do CCG proporcionarão cerca de 18 por cento das exportações globais de capitais em 2008 – mais que o dobro de há cinco anos atrás, dando aos países do CCG uma oportunidade para diversificar as suas economias e fazer investimentos necessários em capital humano, medidas que deverão ajudar a evitar os ciclos de explosão e recessão económica do passado e a incentivar o crescimento de base alargada.â€
“Muitos dos líderes da região estão a aproveitar esta oportunidade amortizando dívidas e reservando riqueza para as gerações futuras, aumentando o investimento na saúde e educação e melhorando o ambiente para o investimento privado estrangeiro e nacionalâ€.
Henry Paulson disse que os preços do petróleo em alta recorde estão a pressionar a economia mundial e a criar dificuldades por todo o lado. Isto ameaça exacerbar a volatilidade económica no Golfo e noutros países.
Paulson admitiu que a região do Golfo só por si não podia aliviar as pressões sobre os mercados petrolíferos globais. "Os preços altos do petróleo resultam da relação oferta-procura e deverão manter-se altos por algum tempo. Os fornecimentos foram afectados pela fraca capacidade de expansão e pelo declínio na produção, enquanto que a procura aumentou em flecha principalmente devido ao crescimento nos mercados emergentes. Ele salientou ainda a necessidade de desenvolver fontes de energia alternativas e apelou aos países produtores de petróleo para que abram os mercados petrolíferos ao investimento estrangeiro.
“Os EAU são um bom exemplo. Abu Dhabi está a financiar um investimento massivo na produção upstream e na capacidade de refinação nacional através de parcerias com empresas estrangeiras. Os fornecedores norte-americanos de equipamento e serviços para campos de petróleo e gás constituem 45 por cento das importações totais dos EAUâ€, afirmou ele.
Nos dois anos que se seguiram à entrada da DP World nos EUA, o número de aquisições de investidores dos países do Golfo aos EUA aumentou mais de 100 por cento e o valor combinado dessas transacções aumentou em mais de 400 por cento.
Paulson continuou: “Para continuar a beneficiar de fundos soberanos de investimento de riqueza, propomos que o FMI crie um conjunto de boas práticas credíveis para estes fundos.
“A nossa iniciativa provocou preocupações entre alguns gestores de fundos soberanos de investimento de que estaríamos a tentar limitar o âmbito das suas actividades ou a divulgar informação privilegiada. Na verdade, a nossa intenção é a oposta.†Paulson louvou em particular a Autoridade de Investimento de Abu Dhabi pelo seu papel construtivo na abertura aos mercados mundiais.
– Agência Noticiosa dos Emiratos, WAM

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Factfile

Os Emiratos Ãrabes Unidos são uma federação de sete emiratos (Abu Dhabi, Dubai, Sharjah, Ajman, Umm al-Qaiwain, Ra’s al-Khaimah e Fujairah).

  • Nome do país: Emiratos Ãrabes Unidos (UAE) ou Dawlat al Imarat al Arabiyya al Muttahidah
  • Capital: Abu Dhabi
  • Dia nacional: 2 de Dezembro (1971)
  • Fuso horário: GMT mais quatro horas
  • Moeda: Dirham dos Emiratos (Dh ou AED)
  • Taxa de câmbio: Dh 3,67 por dólar americano. O dirham dos EAU começou a ser oficialmente vinculado ao dólar americano em Fevereiro de 2002.
  • Bandeira: três bandas horizontais iguais, de cores verde (topo), branca e preta, com uma banda vertical vermelha mais larga do lado da haste.
  • Localização: Situados no sudeste da Península Arábica, os EAU são uma massa territorial mais ou menos triangular cujo litoral constitui a costa sul e sudeste do Golfo Pérsico e parte da costa ocidental do Golfo de Omã. /li>
  • Latitude/Longitude: 24°N 54°E
  • World MapLocation of UAE
  • Ãrea: aproximadamente 82.880 quilómetros quadrados. Abu Dhabi ocupa 87 por cento da mancha territorial total do país.
  • Litoral: antes da construção do 'Dubai Palms' e outros projectos, o litoral dos EAU era de aproximadamente 1.318 quilómetros. Os projectos de recuperação de terras estão a ampliar esta extensão.
  • Topografia: uma planície costeira de baixa altitude funde-se com as dunas ondulantes do deserto Rub al-Khali e montanhas escarpadas envolvem a fronteira leste com o Omã.
  • Extremos de elevação: o ponto mais baixo do país encontra-se ao nível do mar e o seu ponto mais alto a 1.527 metros, em Jebel Yibir.
  • Recursos naturais: os mais importantes são o petróleo e o gás natural, dos quais mais de 90 por cento estão localizados em Abu Dhabi.
  • Clima: os EAU desfrutam de um clima desértico, quente e soalheiro no Inverno, e quente e húmido nos meses de Verão. O clima é geralmente mais fresco e menos húmido nas montanhas a leste.
  • Sistema Político: uma federação com áreas de autoridade específica, constitucionalmente atribuídas ao Governo Federal dos EAU, e com outros poderes reservados para emiratos-membros.
  • Constituição: adoptada provisoriamente a 2 de Dezembro de 1971 e permanentemente em 1996
  • Presidente: Sua Alteza Sheikh Khalifa bin Zayed Al Nahyan, Governante de Abu Dhabi
  • Vice-Presidente e Primeiro Ministro: Sua Alteza Sheikh Mohammed bin Rashid Al Maktoum, Governante do Dubai
  • Vice-Primeiro Ministro: Sheikh Sultan bin Zayed Al Nahyan
  • Vice-Primeiro Ministro: Sheikh Hamdan bin Zayed Al Nahyan
  • Gabinete: O Conselho de Ministros é proposto pelo Primeiro Ministro e nomeado pelo Presidente
  • Sistema jurídico: além do sistema de tribunal federal, todos os emiratos têm tribunais seculares para julgar matérias penais, civis e comerciais e tribunais islâmicos para examinar as disputas familiares e religiosas.
  • Auxílio estrangeiro: desde 1971, o Fundo de Abu Dhabi para o Desenvolvimento (ADFD) proporcionou auxílio no valor de 5,4 mil milhões de dólares a 55 países (até 2005). Os EAU contribuíram também substancialmente para o auxílio de emergência a regiões afectadas por conflitos e calamidades naturais, tanto a nível governamental como através de ONGs como a Sociedade do Crescente Vermelho (RCS) dos EAU.
  • Participação em organizações internacionais: ABEDA, AFESD, AMF, FAO, G-77, GCC, IAEA, IBRD, ICAO, ICC, ICCT (signatário), ICRM, IDA, IDB, IFAD, IFC, IFRCS, IHO, ILO, FMI, IMO, Interpol, IOC, ISO, ITU, LAS, MIGA, NAM, OAPEC, OIC, OPCW, OPEC, ONU, UNCTAD, UNESCO, UNIDO, UPU, WCO, OMS, WIPO, WMO, OMC
    População: 4,1 milhões (censo de 2005)
  • Cidadãos nacionais: 21,9% da população total recenseada (3,8 milhões)
  • Cidadãos não nacionais: 78,1% da população total recenseada
  • Cidadãos nacionais do sexo masculino: 50,7%
  • Cidadãos nacionais do sexo feminino: 49,3%
  • Cidadãos nacionais com menos de 20 anos: 51,1%
  • Língua: Ãrabe
  • Religião: Islão, contudo é permitida a prática de todos os credos religiosos.
  • Taxa de nascimentos (est. 2005): 18,78 nascimentos/1.000 habitantes
  • Taxa de óbitos (est. 2005): 4,26 óbitos/1.000 habitantes
  • Expectativa de vida: 78,3 anos
  • Taxa de fertilidade total (2000–05): 2,5 (nascimentos por mulher)
  • Taxa de mortalidade até aos cinco anos de idade (2004): 8 em cada 1.000 nados-vivos
  • Mortalidade neo-natal (2004): 5,54 em cada 1.000
  • Taxa de mortalidade infantil (2004): 7,7 em cada 1.000
  • Taxa de mortalidade materna (2004): 0,01 em cada 100.000
  • Taxa de analfabetismo: 9%
  • Posição no Ãndice de Desenvolvimento Humano da ONU (2006): 49
  • PIB per capita (est. 2006): Dh 139.000
  • Emprego de civis (2005): 2,59 milhões
  • Percentagem de mulheres na população activa total (2005): 22,4%
  • Fim-de-semana: Sexta-feira e sábado para as instituições governamentais; muitas empresas privadas têm uma semana de trabalho de seis dias.
  • Ano fiscal: 1 de Janeiro a 31 de Dezembro
  • PIB (est. 2006, nominal): Dh 599 mil milhões
  • Crescimento real do PIB (est. 2006): 8,9%
  • Contribuição do sector não petrolífero para o PIB nominal (est. 2006): 63%
  • Indústrias: petróleo e gás, alumínio, cimento, fertilizantes, reparação naval comercial, produtos petroquímicos e, farmacêuticos materiais de construção, transformação de alimentos e turismo
  • Capacidade da produção petrolífera: 2,7 milhões de barris por dia
  • Reservas provadas de petróleo: 98,1 mil milhões de barris
  • Produção de gás natural: 65 mil milhões de metros cúbicos anualmente
  • Reservas provadas de gás natural: 6 triliões de metros cúbicos
  • Exportações de petróleo e gás (est. 2006): Dh 200 mil milhões
  • Exportações (est. 2006): Dh 488 mil milhões
  • Exportações da zona franca (est. 2006): Dh 80 mil milhões
  • Reexportações (est. 2006): Dh 162 mil milhões
  • Importações (est. 2006): Dh 359 mil milhões
  • Ãreas cultivadas: 260.000 hectares, 3,1% do território total
  • Número de tamareiras: mais de 40 milhões
  • Produtos agrícolas: Tâmaras, forragem verde, legumes e frutas; gado, aves, ovos, lacticínios; peixe
  • Frota pesqueira: 5.191
  • Pescadores: 17.264
  • Estimativa de pescado apanhado: 97.574 toneladas
  • Telecomunicações: próspero mercado desregulamentado, modernos serviços integrados de fibra óptica; rede digital com elevada utilização de telemóveis.
  • Indicativo internacional do país: 971
  • Código Internet do país: ae
  • Assinantes de linhas fixas: 1,26 milhões
  • Assinantes de telemóveis (2006): 5,78 milhões
  • Assinantes da Internet (2006): 578.000
  • Portos: total de 15, incluindo os seguintes portos principais: Mina Zayed, Jebel Ali, Mina Rashid, Fujairah, Khor Fakkan, Mina Saqr, Sharjah. Abu Dhabi está a construir importantes instalações portuárias novas, acompanhadas de uma zona industrial, o Porto de Khalifa, em Taweelah.
  • Aeroportos Internacionais: sseis no total e está em construção um sétimo (Dubai World Central).
  • Capacidade geradora total instalada para produção de electricidade (2006): 16.220 MW
  • Projecção da capacidade geradora instalada para produção de electricidade (2010): 26.000 MW
  • Crescimento na procura anual de electricidade (2005): 12%
  • Produção total de água (2004): 886 mil milhões de litros
  • Estações de televisão: 42
  • Estações de rádio: 26
  • Jornais: 9
  • Revistas: mais de 160
  • Agência noticiosa: Emirates News Agency (WAM)

 

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